Como as coisas mudam ao longo do tempo. Hoje o apelo sexual que principalmente a mídia impõe é algo impressionante. Os homens devem ser sarados têm que terem um desempenho na cama digno de atletas olímpicos. Já as mulheres têm que ser gostosas, bunda, peito, tudo no seu devido lugar, e também serem totalmente liberais. Hoje em dia pessoas que não se conheciam transam e se “entregam” de uma forma difícil de acreditar.
Aonde esta o tempo da conquista? O jogo de olhares? O namoro de mãos dadas? Será que isso não existe mais?
Me assusta essa forma como algumas pessoas encaram o sexo. Entendo que para elas deve ser como ir a uma acadêmia, ou praticar um esporte, não precisa de envolvimento, e nem, estou falando de amor, mas de um simples conhecer o outro.
Sexo é algo tão íntimo que devia ser mais valorizado. Em uma relação devia ao menos existir carinho, não falo nem de amor. Já transei com mulheres que não conhecia e nunca mais vi, e sabem o que senti? Um vazio, nem bom, nem ruim, algo que não me acrescentou nada. No entanto, precisei ter a experiência para saber.
Hoje sexo para mim tem outro significado, senão existir, no mínimo carinho, não é algo que busque. Talvez a vida que levamos hoje seja a responsável por esse cenário nada romântico e vazio. Entendo que antes de transar as pessoas deveriam fazer amor, algo muito maior e melhor que simplesmente sexo.
Frederico da Luz – 04-03-2011
Tempo, uma mera ilusão
Sobre isso vejo as pessoas dizendo, quando eu tiver tantos anos vou poder fazer, então questiono, e porque não agora? O que te impede hoje de fazer o que almejas no futuro?
Talvez estejam me achando imediatista, até certo ponto sim, hoje procuro viver e aproveitar a vida da forma mais intensa possível, até porque o “tempo” talvez um dia acabe. Ninguém na verdade, sabe o quanto tempo ainda temos.
Interessante essa forma de pensar. Viajando um pouco agora, o tempo dependendo da forma como encaramos é bom, podemos desfrutá-lo da melhor forma possível. Viajando, conhecendo novos lugares, novas pessoas, descobrindo o mundo, saindo um pouco de nosso cotidiano, oportunizando uma nova visão de vida.
Apesar de saber da importância que o tempo tem, e por acreditar que o nosso “tempo” não se restringe ao aqui (planeta terra), consigo levar a vida hoje de uma forma mais tranquila, “light”. Não temos tempo para fazer tudo, e escolher entre as várias possibilidades, incorre em abrir mão de certas coisas. Como tudo na vida há ganhos e perdas, tudo depende de como encaramos as situações.
Então viva a vida de forma plena, sabendo que toda escolha implica em renúncias e não se preocupe em acertar sempre, ninguém consegue isso, aprenda com os erros e aproveite os acertos, simplesmente seja feliz, isso é o que realmente importa.
Frederico da Luz – 20-02-2011
Silêncio
Você sabe silenciar?
Hoje com a vida que o mundo atual nos induz a levar, são raras às vezes, que temos tempo para simplesmente ficar quieto, silenciar, escutar o silêncio, louco isso não? Escutar o silêncio, vocês devem pensar o que esse maluco está escrevendo…Vou tentar explicar.
Esse exercício nada mais é, do que tentar escutar-se a si próprio, escutar o que você sente, o momento que você está, tudo anda bem? Ou queres que alguma mudança ocorra? Essa mudança depende de você?
Refletir sobre a vida é algo que realmente gosto de fazer, mas lembro que pensamento não gera mudança. Apenas a atitude tem esse poder. Claro que não podemos tornar tudo o que temos vontade em realidade, no entanto, várias coisas estão ao nosso alcance, só depende de uma mudança de atitude. Fácil não é, mas vale a pena, podem ter certeza.
Essa reflexão só é possível, se tivermos um tempo reservado para nós, que possibilite escutarmos o nosso “silêncio”. Não aconselho, entretanto, um longo período nesse estado, lembrando mais uma vez, os pensamentos não geram mudança, a palavra mágica que gera transformação é atitude.
Essa semana estava refletindo sobre os textos que escrevo, e em alguns deles me senti de certa forma prepotente, escrevendo de uma forma como se aquilo que escrevo fosse uma verdade absoluta. Tenho plena consciência que não tenho o poder de escrever o “certo”, o “verdadeiro”, minha única intenção é tentar ajudar de alguma forma, que minhas “viagens” (reflexões), sirvam para algo positivo.
Muitas vezes não gosto do que escrevo, esse texto na verdade, não curti muito, mesmo assim, ai esta ele. Podem criticar a vontade, fico extremamente feliz de ter algum retorno sobre eles, até para saber se eles estão alcançando o fim que desejo, obrigado aos que dispendem tempo para ler minhas “viagens”.
Frederico da Luz – 14-02-2011
O Amor e a falta
Você já pensou porque ama alguém? Existe explicação lógica para isso?
Confesso que não consigo explicar. Entendo que isso faz parte do campo em que a razão não consegue nos ajudar. No entanto, onde está o Amor, como podemos visualizá-lo, mensurá-lo de alguma forma?
Conversando com meu psicólogo, ele citou:
– O amor está na falta.
Pensei eu, na falta?
Conversamos sobre o assunto e acho que entendi o que ele quis dizer. Quando amamos alguém, necessariamente, queremos que haja alguma forma de reciprocidade, ou seja, queremos também nos sentir amado. As pessoas são diferentes, logo, as formas de expressar o amor também o são, no entanto, normalmente queremos visualizar no outro as formas de expressar esse sentimento, tendo como parâmetro a nossa forma de se expressar.
Algumas pessoas têm dificuldade de demonstrar afeto, ou carinho e as expressam de formas mais estranhas possíveis. Tenho um familiar, que gosto muito, que ele demonstra amor instigando, brigando, implicando. Eu sei, porque conheço ele, de fora, no entanto, as pessoas podem visualizar isso de outra forma.
Eu tinha grande dificuldade de dizer um simples eu te amo para o meu Pai e minha Mãe. Mesmo sabendo que esse sentimento existe e é fato, expressar isso em palavras, para mim não é algo tão simples, não sei explicar o porquê disso, hoje eu até falo, mas não com a periodicidade que gostaria. Você já disse ao seu Pai ou a sua Mãe o quanto você ama eles?
Voltando a questão da falta, no amor sempre a algo que buscamos no “outro”, alguma coisa que queremos, ai esta a falta. Talvez o que você realmente ame no outro é isso que você não consegue obter dele, a “falta” seria o combustível do amor?
Nunca tinha refletido sobre isso, mas confesso que há coerência nesta afirmação. Você esta totalmente satisfeito com seu amado(a)? Ou você sente falta de algo? Seja uma simples atitude, um carinho a mais, ou um simples bom dia. Na verdade, talvez você deva agradecer por sentir essa falta…
Frederico da Luz – 24-02-2011
Amigos
Como é bom ter amigos. Poder contar com a presença de alguém independente do momento e sem a necessidade de contraprestação. Entendo que a amizade não deixa de ser uma forma de amor, a meu ver até um amor mais sincero. Como é bom estar entre pessoas que temos afinidades. Estranho, como podemos gostar de pessoas que às vezes são muito diferentes de nós, entendo que ai esta a real magia da amizade. O gostar do outro sem motivo, simplesmente gostar.
Tenho amigos que pela vontade da vida, encontro raramente, e mesmo assim, ao primeiro contato, parece que foi ontem que nos vimos. Estranho esse sentimento de confiança, sem a necessidade do convívio diário. Mesmo sem falar com eles durante meses, sei que se precisar posso contar, e sei que estarão dispostos a ajudar da melhor forma.
A amizade é algo que devemos cultivar e agradecer, quem não tem amigos, com certeza não é feliz. Um amigo meu uma vez me falou:
– Os amigos são a família que nós escolhemos, posso contar os meus com apenas os dedos de uma mão.
Eu me sinto um enorme felizardo, pois ao contrário desse amigo que tenho e o considero tanto, tenho outros, e com certeza não consigo elencá-los apenas com os dedos das mãos, não estou falando de conhecidos, mas sim daquelas pessoas que se pode contar a qualquer hora, em qualquer situação, eu sei que posso, sorte a minha, agradeço por isso. E você tem amigos?
Pessoas com quem você pode contar a qualquer hora e em qualquer situação?
Feliz aqueles que os têm, não precisam ser muitos, apenas verdadeiros. Uma amizade não é como uma paixão ou um romance, a amizade é eterna, quem dera que o amor fosse assim…Talvez seja, no entanto, às vezes eles se transforma, neste caso, feliz são aqueles, que conseguem torná-lo numa eterna amizade.
Frederico da Luz – 17-02-2011
Saudade
Nos relacionamentos geralmente achamos que “temos” a outra pessoa, difícil não sentir certo sentimento de posse, mesmo sabendo que ninguém é dono de ninguém. Por que será que geramos esse sentimento? Se mal conseguimos trabalhar nossos medos, desejos e angústias, como trazer para nossa responsabilidade a vida de alguém a ponto de nos acharmos “donos” da outra pessoa, que louco isso, não?
Entendo que ai começa o termino de um relacionamento, esse sentimento de posse geralmente cria o ciúme, um pouco até faz bem, porque demonstra um sentimento de afeição entre as pessoas, mas nada que seja demasiado e limitador.
Um relacionamento deve ser para agregar algo em nossa vida, tornar ela mais alegre do que já é, se colocamos limitações na vida do amado, estamos privando ele de sua vida, de seus desejos e objetivos, vamos torná-lo dessa forma infeliz, é isso o que desejamos?
Quando estou com alguém quero que a pessoa esteja realizada, tenha sua vida própria, para que possamos partilhar suas conquistas e derrotas, o relacionamento não pode ser o sentido da vida, pode sim reforçar, realçar o prazer de viver, mas não se tornar o sentido de nossa existência.
Somos únicos, completos, perfeitos, cada um na sua característica e complexidade, não precisamos de nada, nem ninguém para sermos felizes, mas um amor que venha para agregar, potencializar nossa vida, sempre será bem vindo, então por que não se entregar, viver esse amor? Ou você vai ficar com medo de sentir saudade…
Frederico da Luz – 24-01-2011
Obrigado Quaraí!
Aqui as pessoas se olham nos olhos, a palavra é suficiente, não é necessário um contrato. As pessoas te dão bom dia com alegria, sem segundas intenções. O ritmo de vida é condizente com a natureza humana, não foi contagiada com a corrida enlouquecida pela informação, que os meios de comunicação nos induzem.
Tomar chimarrão na frente de casa ao entardecer, confraternizando com vizinhos e amigos… Que saudade tenho de Quaraí! Da liberdade que tinha nos meus tempos de “guri” onde saia de casa sem preocupação com assalto, violência… O máximo que aconteceria era dar uma “peliada” em alguma pelada mal resolvida, mas no outro dia já estaríamos abraçados confraternizando e dando risada com o adversário, que na verdade era mais um amigo.
Nostálgico escrever este texto, um filme passa em minha memória. Acordar cedo para ir a escola era uma complicação, não raro aparecia no meio da manhã, pedindo para entrar na sala de aula. A tarde era para jogar bola, não importava o lugar, no colégio, na AABB, no Viveiro, o negócio era jogar, uma maravilha aquela vida.
Mas infelizmente, na verdade, felizmente o tempo passa, a gente cresce, amadurece e tudo o que passou nos transforma na pessoa que somos hoje, nada mais que os retratos das experiências que tivemos do momento que nascemos até o dia atual. Podemos encarar elas da forma que queremos, tornando algo bom e crescendo, ou algo ruim e lamentando, qual sua opção? Estamos em constante transformação e crescimento, ou seja, estamos mudando a cada dia, você queira ou não.
Essa mudança pode ser positiva, ou negativa a decisão é única e exclusivamente sua, não continue fugindo dessa responsabilidade, ninguém pode resolver isso além de você mesmo, não dá pra pedir para a mamãe, papai, namorado, marido, ou quem quer que seja, para realmente ser verdadeira a mudança tem que partir da gente. Temos que querer, ou seguir com a vida que estamos levando, se estás feliz assim, para quê mudar? No entanto, estás feliz mesmo?
Esse texto era para ser apenas um agradecimento, mas não consigo deixar de dar um “cutucadinha” desculpem, não controlo. Obrigado, Quaraienses por participar de minha vida dessa forma, tenho muito orgulho dessa terra, de gente que é gente.
Frederico da Luz – 18-12-2011
O botãozinho
A vida é uma caixinha de surpresas. Quando pensamos que tudo esta no lugar, como sempre queríamos, algo acontece e nossa vida muda totalmente. Amamos, nos apaixonamos, sofremos e a vida segue. Não entendo o porquê de toda essa caminhada, que às vezes machuca e muito.
Não seria mais fácil se pudéssemos escolher quem gostaríamos de amar? Tenho certeza que seria, mas e onde estaria a graça da vida? Onde ficariam guardadas nossas emoções, nossos sentimentos? Não sei por que amo alguém, ou não amo, minha capacidade intelectual e cognitiva não me dão razões suficientes que possam justificar, ou não isso.
As relações humanas me intrigam, não compreendo porque temos que passar por tanto desgaste emocional para sermos felizes. Quando perdemos uma pessoa querida fica um vazio enorme dentro da gente, aquele espaço que tinha dono, hoje não tem mais, esse nunca mais será preenchido, as pessoas são únicas e ninguém é igual a ninguém, ficam as lembranças, os momentos felizes, e temos que aprender a conviver com esse vazio.
Às vezes gostaria de ter um botãozinho que funcionasse assim: agora quero amar determinada pessoa, bastava apertá-lo e imediatamente estaria morrendo de amores. Se acontecesse de a outra pessoa não corresponder a esse sentimento, simplesmente, apertaria novamente o botãozinho e tudo estaria resolvido, o amor estaria “desligado”, não existiria mais.
Pergunto, iríamos ser felizes se tivéssemos tal botãozinho? Sinceramente acredito que não. A vida seria racional demais. É certo que os relacionamentos que temos servem para crescermos, nos conhecermos melhor, ver que somos humanos, temos falhas, erramos, sofremos, amamos há uma confusão de sentimentos em cada relação, por que, de fato, elas não tem parâmetro. Cada pessoa é única e, por isso, um relacionamento, a não ser que seja entre os mesmos envolvidos, sempre não terá parâmetro.
Na vida sempre tento agregar o que vejo de bom nas pessoas, nos relacionamentos também faço isso, ficam os momentos, as lembranças e o amor que sempre existiu só que as vezes se transforma em algo que não temos controle, que falta faz o botãozinho…
Frederico da Luz 22-01-2011
Ano Novo? Só depende de você.
Agora vamos analisar a postura que tomamos para que as coisas que queremos ou almejamos se tornem realidades. Muitas pessoas traçam como objetivos, trocar de carro, comprar uma casa, trocar de emprego, entre outras. No entanto, quais movimentos efetivamente as pessoas fazem para tornar isso realidade, será que se esforçam, se empenham o suficiente?
Costumo planejar o que espero do próximo ano, metas simples e complexas, como as que citei: trocar de carro, melhorar de cargo, viajar, coisas simples, entretanto, faço movimentos para que meus objetivos se tornem realidade. Não estou aqui querendo ser exemplo de me achar “o bom”, apenas, exemplifico, para mostrar que tudo esta a nosso alcance, basta você querer, se empenhar, lutar por isso, a limitação das pessoas esta na sua própria cabeça, todos sem exceção tem capacidades únicas, basta apenas potencializarem isso para um lado positivo que propicie as conquistas e os objetivos que desejam.
Para alguns o caminho é bem mais difícil, mas a gratificação da conquista para estes será maior. O prazer que se sente quando se consegue algo por seus méritos, trabalho e esforço é algo único, não há como descrever. No meu caso, fico em estado êxtase, me sinto flutuando literalmente, senti essa sensação algumas vezes na minha vida.
Então, faço um questionamento a você. Verifique se suas metas e objetivos ao longo dos anos não se repetem, não que eu veja problema nisso. O problema esta se elas se repetem, porque não foram atendidas, ai sim, eu me preocuparia, traçar metas e objetivos e esperar que “papai do céu” venha aqui te pegue no colo e coloque as coisas embaixo do queixo é fácil, felizmente a vida não é assim.
Bem desejo a todos um Feliz Ano Novo! Gostaria que todos sonhassem, lutassem-se para conseguir alcançar seus objetivos e concretizar seus sonhos, a única limitação que temos é nossa própria consciência, lutem sejam felizes, isso é o que realmente importa.
Frederico da Luz – 07-12-2010
Você tem personalidade para encarar?
Para que a terapia tenha seu objetivo atingido é fundamental a escolha de um profissional competente, além disso deve existir a confiança do paciente (consulente) no mesmo, sem esta a terapia não será útil.
Falar, retratar, descrever, seus desejos, medos, angústias, vontades para alguém, não é algo simples, tão pouco fácil de fazer. Entretanto, se você pretende “evoluir” crescer pessoalmente e não consegue entender ou lidar com determinada situação ou sentimento com certeza um profissional pode ajudar.
A terapia faz um bem enorme, falo por experiência própria. Possibilita encarar seus maiores medos, e essa situação é forte, mexe de uma forma, que com certeza vais mudar a percepção com que olhas o mundo, vais ampliar a mente, sofrer talvez, simples não vai ser, mas vai possibilitar entender, e ás vezes nem isso, aceitar seja a palavra mais correta.
Aceitar que não temos o controle sobre a vida, que apesar de fazer tudo “certo” buscando determinado objetivo o mesmo poderá não ser alcançado. E quem é o culpado por isso? Ninguém, a vida não é fácil, tampouco é cruel, diria que é simples e complexa, só entendo que não podemos ir contra ela. Aceitar suas falhas e defeitos é um bom começo, somos humanos, não somos perfeitos, se fossemos qual o motivo de estarmos aqui?
Vejo pessoas angustiadas com parentes, amigos, preocupadas com seu futuro e destino, no entanto percebo que quem se preocupa dessa forma, foge de algo, que é o essencial, sua própria vida, coloca expectativas e desejos sobre o outro, que na verdade são seus. A carga de assumir isso é pesada de mais, então se escondem, diria até que se sonegam, tentam viver através dos outros.
Cada um de nós é um ser único, especial, viemos aqui para fazer algo, um dos grandes segredos da vida, na minha opinião, esta em descobrir o que é o seu “algo”. No meu caso, demorei 28 anos, antes disso passei por diversas crises existências que me fizeram crescer, sem antes sofrer e muito, minha falha era grande, achava que tinha o controle sobre a vida, tamanha ingenuidade e certa prepotência. E você tem personalidade para encarar? Bater de frente com seus maiores medos, seus mais absurdos desejos? Ou o outro será sendo seu porto seguro?
Frederico da Luz – 10-01-2011