Relações – O poder que não temos

Relações
Vivemos em sociedade, temos relações com diversas pessoas família, amigos, conhecidos, enfim todo tipo de gente. Quando nos relacionamos, algumas “divergências” acontecem, somos diferentes, pensamos de forma diferente.

Entendo que estas “divergências” surgem porque normalmente gostaríamos que as pessoas agissem de determinada maneira. De certa forma queremos ter um tipo de poder, para que façam o que gostaríamos. Não percebemos o lado positivo de tudo isso, as pessoas crescem e aprendem justamente por serem diferentes, por pensarem diferentes, isso nos permite ver as situações de outro ponto de vista.

Algumas vezes, amigos ficam chateados por determinado fato, isso é normal. Só que entendo que a verdadeira a amizade não é esperar do outro o que a gente quer, e sim o que ele pode nos dar, e sem expectativas ou cobranças. A amizade é um sentimento nobre e deve ser vivenciado de forma plena, respeitando o outro, sua individualidade e característica, não querendo moldá-lo a um padrão que achamos o ideal.

Temos o direito de ficar chateado com determinada atitude e situação? Talvez sim, mas vale todo o dispêndio de energia ruim, ao invés de potencializarmos algo positivo, e crescermos com tal acontecimento?

Ser humilde e entender, que não temos todo esse poder é algo positivo e agregador. Estando ciente de nossa capacidade e incapacidade, podemos crescer com as diferenças, ser surpreendidos pela individualidade e feliz pela vida nos proporcionar tudo isso, simplesmente com o convívio com o outro.

Frederico A. S. da Luz – 07-12-2012

REFORMA DO CÓDIGO PENAL: o problema está na lei ou na educação?

Cadeia
Um tema que atualmente tem sido objeto de discussões na mídia, nos meios acadêmicos e sociais, é a necessidade de reforma do Código Penal.

Muito estudiosos do tema debruçam-se sobre um amplo estudo sociológico e jurídico, com o objetivo de introduzir na ordem jurídica leis que possam efetivamente reduzir a criminalidade.

Afirma-se que o Brasil “é o país da impunidade”, motivo pelo qual a criminalidade é crescente! A partir de tal constatação, o poder público, juntamente com a sociedade, mobiliza-se para promover mudanças legislativas, e aplicar uma punição mais severa.

Porém, neste quadro, ocorre-me um questionamento? É de fato a impunidade o elemento principal do avanço da criminalidade? Quais as reais razões que levam um indivíduo a praticar uma conduta criminosa?

Suponhamos que eu ou você estejamos diante de uma pessoa de quem temos uma raiva absurda, e esta pessoa faz uma provocação ou pratica diversas condutas que nos causam prejuízos e dissabores. A nossa reação imediata, muitas vezes, é querer dar uma surra ou um sumiço na pessoa!

Porém, se consideramos que somos pessoas bem instruídas, e como consequência temos diversos planos de vida, de viajar, de adquirir coisas, bem viver.. nós teremos um controle imediato sobre nossos instintos, pois sabemos que há coisas muito melhores a serem vivenciadas.

É verdade que pessoas bem instruídas também cometem crimes, bem sabemos. Porém, o que leva uma pessoa que tem um mínimo de cultura e visão social deixar de praticar crimes: o medo efetivo da reprimenda ou o temor de ter que mudar todos os planos de vida?

A educação, a cultura, instigam a atividade criativa; despertam as pessoas para idealizar metas, desejar determinado estilo de vida, e isso independentemente no nível socioeconômico: cada qual idealiza as metas que bem entende, e segue atrás do seu caminho.
Porém, um indivíduo sem a menor cultura, sem qualquer objetivo de vida, vai temer o que?

Por mais rígidas que sejam as leis penais, mas diante da intensificação das campanhas em prol dos Direito Humanos de todas as pessoas, dificilmente um indivíduo vai sofrer as reprimendas em grau máximo, sempre sendo possível, ainda, favorecer sua condição por um benefício aqui e outro ali.

Sem educação, um indivíduo não tem a percepção de desejar um nome limpo; não tem uma concepção moral formada a ponto de compreender que praticando um crime (seja homicídio, seja tráfico de drogas, etc, etc), estará destruindo a vida de muitas pessoas relacionadas com a vítima direta de sua conduta….

Sem educação e cultura… o indivíduo não tem percepção do que significa respeito… mas principalmente.. não tem um objetivo de vida a ser alcançado.

E se não há ideais e sonhos a serem perseguidos, não tem nada a perder. Não fará diferença responder um ou mais processos, ou passar um tempo a mais privado da liberdade, já que não terá mesmo nada mais interessante para fazer…

E se desafiar a lei e a sociedade podem trazer alguma satisfação pessoal , ainda que apenas pelo gosto do desafio.. a tendência é que o indivíduo continue a delinquir até que desenvolva uma percepção de que existem coisas muito mais prazerosas a serem feitas. Pois bem, eis a questão: como um indivíduo vai aprimorar a sua percepção sem um mínimo de cultura e educação?

As pessoas movem-se por aquilo que lhes desperta o interesse! O medo punição pode fazer com que as pessoas cuidem mais de suas ações… mas enquanto a prática do crime for a única coisa que desperta emoção no indivíduo, será, um lei mais severa, capaz de fazer alguma diferença?

Josi Sonagli

O que você fez em 2012?

Em 2012 comprei uma bicicleta. Comprei uma bicicleta e decidi ser feliz. Ser feliz significa se autoconhecer, aceitar todas as características entranhadas em nosso DNA e aquelas adquiridas ao longo da vida. Hoje, prefiro potencializar qualidades e trabalhar arduamente para minimizar meus defeitos.

Quando você compra uma bicicleta muitos conceitos mudam…. o vento que sopra no ouvido é uma música e você sente o amor. Amor pela vida, amor por si mesmo e por todos que te rodeiam. As pedaladas te fazem acreditar nas descobertas e que realmente, a simplicidade da vida é o que dá sentido aos dias, às horas e aos minutos. Cada segundo tem seu valor, e, invariavelmente não volta mais.

Casar ou comprar uma bicicleta? Quando você compra uma bicicleta você casa. Sim, eu casei comigo mesma. Casei com meus pensamentos, com minhas vontades e com meu corpo. Aprendi a sorrir mais e a doar sem exigir.

Com a magrela aprendo que posso ser um nada entre os 7 bilhões de habitantes da Terra, mas que sou muito para aqueles que comigo convivem. Sou melhor pessoa quando vejo o sol e agradeço por estar aqui.

Fui feliz em 2012, tomei decisões, titubiei e voltei atrás, abracei, chorei, sofri e fiz sofrer. Algumas vezes não tomei decisão nenhuma e as coisas fluíram… colhi flores em jardins alheios, plantei flores no meu próprio e algumas vezes acabei colhendo espinhos. Tudo foi válido.

Inicia-se o mês das reflexões, o mês dos encontros de família, o mês da correria e do balanço final. No último dia do calendário anual tudo é esperança, tudo é motivação e mesmo que com tristezas, no simbólico 31 de dezembro estaremos com nós mesmos, estaremos ali, com nosso coração aberto, desejando que em 2013 tudo seja diferente, ou igual, para os satisfeitos.

Em 2012 comprei uma bicicleta, e sou mais feliz.

Mel

A BELA HISTÓRIA QUE EU QUERIA ESQUECER

Havia uma história que eu queria esquecer.
Não que não fosse uma boa história, mas, como tudo na vida, ela chegara ao fim.
E então, era preciso arrancar as raízes do aterro da alma, para que, livre, a alma pudesse viver novas histórias.

Mas o que fazer, se a história não te liberta? Se as raízes mais parecem feitas de concreto, do que de lembranças?

Desapegar é preciso; porém não é fácil. Decidi utilizar diversos recursos.

Outrora, uma estimada amiga – pessoa de grande espiritualidade – disse-me que nos momentos mais cruéis da vida podemos recarregar as forças com a energia divina, e utilizar, para isso, os recursos da natureza. Disse-me ela para que, quando eu sentisse necessidade, me colocasse em contato com os quatro elementos da natureza: terra, fogo, água e ar, ao mesmo tempo.

Sim sim, na teoria tudo belo, bonito e interessante. O apreciar a natureza – algo que me é próprio – fez com que eu achasse isso tudo muito lindo. Então.. pensei… “a idéia é boa sim, mas dá muito trabalho”.

A complexidade de cada coisa é algo que a gente define a medida de nossa necessidade. E, sendo assim, no ápice do meu desespero, a ideia já não me pareceu tão trabalhosa assim.

Não era verão ainda, mas morar em uma cidade de praia te deixa pertinho das forças da natureza, em qualquer estação do ano. Fui para uma praia.

“Terei ar, terei terra (areia), terei água”, pensei. O fogo, naquele momento, era o meu principal elemento: reunir as coisas materiais que transformaram em concreto a raiz da história que eu queria esquecer.

E assim, lá fui eu, rumo ao meu último recurso para detonar as belas e cruéis lembranças que me impediam de seguir. Cheguei em uma das lindas praias da cidade, e, como ainda era inverno, o chão de areia era praticamente minha exclusividade. Alguns surfistas pegando onda, raros caminhantes pela praia, e eu, com a história que tinha que apagar.

De posse do material, peguei minha caixinha de fósforo, tentando fortemente acreditar, que alguns simples pedaços de papéis queimados pudessem arrancar do meu coração a história que findara. Fazer uma fogueira na praia não é lá das tarefas mais fáceis. Então, cavei um buraco na areia e lá coloquei tudo aquilo que já me impedia de pensar.

Fogo, para mim, sempre foi sinônimo de pavor. Porém, é incrível como a cada momento, diante de cada necessidade, somos levados a ter uma nova percepção de cada coisa. E então, me vi ali, na imensidão daquela bela praia, sentada naquela areia fina, com uma brisa maravilhosa na face, e minha pequena fogueira, que aos poucos, fazia com que eu descobrisse, no fogo, um instrumento libertador.

Era meio espantoso tudo isso.. de um lado minha alma parecia estar ficando mais leve… de outro… eu parecia uma pessoa muito sem noção, queimando coisinhas em um buraco de areia na praia. Dá para ter noção? Acredite, cheguei até a acender um incenso (sim, consegui) para completar meu ritual! “Se é para apelar, que seja por inteiro”!

Mas, era, simplesmente, uma história que minha mente precisava apagar.

O fogo então acabou… olhei as cinzas das lembranças… imagine… a vontade é querer levar as cinzas embora, junto comigo! Mas olhe, a incoerência! Não fui ali mesmo para apagar? O que mais vou querer carregar, oh céus?!?!

E num ímpeto insano, peguei aquelas cinzas já misturadas com areia, e fui correndo em direção ao mar! Soltei tudo aos ventos, para que a vida levasse o que a alma não deixava, e enfim, me libertasse para o que mais eu ainda ansiava realizar!

Não posso explicar aqui, em palavras, o que senti ao ver o vento levando as cinzas daquelas boas lembranças, mas foi algo surpreendentemente libertador.

Parece sim, coisa louca, uma coisa nada a ver! Sim reconheço! Mas é realmente impressionante o que alguns pequenos gestos podem trazer de revitalizador para nossa alma!

Hoje já não me preocupo mais se as coisas que farei parecerão insanas ou sem sentido; se parecerão perda de tempo ou bobagem! Preocupa-me, apenas, fazer qualquer coisa que traga a paz e o equilíbrio, e que minha alma tenha sempre leveza ao viver!

Josi Sonagli

Pais e filhos

Quem são nossos primeiros heróis? Normalmente são nossos pais, do nascimento até a adolescência são as pessoas que temos mais contato. O amor deles por nós é o que dizem ser o “amor incondicional”. Não concordo com essa afirmação. Apesar de saber que fazem tudo que está ao seu alcance para sermos felizes, entendo que de certa forma querem algo em troca, no mínimo um reconhecimento por todo esforço e dedicação em nossa criação que exige muitas renúncias pessoais e entrega.

Ter um filho é uma grande responsabilidade, isso é fato. Os que são planejados, digamos que a tarefa torna-se um pouco mais fácil, até pelo preparo que os pais deveriam ter, mas preparo pra quê? Todos sabem em teoria o que um pai ou uma mãe deve fazer, mas será que estão prontos? Acho que não, entendo que não há receita, nem manual para criar um filho.

Todos nós somos únicos, se dois irmãos recebem a mesma criação vão agir da mesma maneira? Claro que não. Muitos pais se culpam, porque um filho deu certo na vida e outro não. Só não conseguem perceber que não tem controle sobre isso, por melhores pais que tenham sido. A escolha de vencer ou não, é uma escolha pessoal, não há como fugir disso.

Existe também outra questão, o que é felicidade e vencer para os pais, talvez não seja a mesma ideia do filho, já pensaram sobre isso? Talvez o caminho que o filho seguiu era o que realmente queria e se deu bem, é feliz assim. Só que os pais projetam o seu caminho de felicidade nos filhos.

Outro ponto nessa relação é a cobrança que alguns filhos têm sobre os pais quando começam a perceber que os super-heróis que eles projetavam, na verdade não passam de simples pessoas, que erram e acertam como todo mundo. Uma música que retrata muito bem essa questão é a do Legião Urbana:

“Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser,
Quando você crescer?”

Essa relação é um eterno aprendizado, em que ambos crescem e amadurecem. A grande questão na verdade é aprender a largar o controle. Cada um é responsável pelas suas escolhas, a felicidade é simples e diferente para cada um, o que é ser feliz pra você?

Será que é o mesmo para seu pai? Ou seu filho?

Frederico A. S. da Luz – 13-11-2012

Você tem medo de você?


Hoje há uma tendência cada vez maior das pessoas viverem sozinhas. Uma pesquisa retrata que quase 50% da população é solteira, ou seja, não tem um relacionamento estável. Ao mesmo tempo que estes dados retratam uma tendência, percebo como existem pessoas que não estão satisfeitas com sua “solteirice”.

As que mais reclamam são as mulheres, e a maior queixa é a que não há alguém para compartilhar os momentos da vida. Os homens por não falarem muito sobre isso, talvez consigam lidar melhor com a situação, não sei.

Existem pessoas que condicionam sua felicidade a um relacionamento, a uma outra pessoa, esquecendo que a felicidade esta a seu alcance diariamente. Não precisamos de alguém que nos complete e nos torne feliz, temos que ser felizes simplesmente porque temos que nos amar acima de tudo, e isso não é egoísmo.

Entendo que as pessoas que transferem essa felicidade e a condicionam a outra pessoa têm medo delas próprias. Não conseguem se suportar, ficar em paz, no convívio consigo mesmo. Para um relacionamento dar certo, temos que estar plenos e seguros, sabendo do nosso valor.

Nenhuma pessoa irá fazer isso por nós, a não ser nós mesmos.
Imagina você procurar um relacionamento para completar e ter algo que você mesmo não consegue sozinho; cobrar isso de outra pessoa não será uma exigência alta de mais?

Não tenha medo de você, tenho certeza que você não é perfeito, mas tem suas qualidades e defeitos como todo mundo. Saiba valorizar se, e aprenda a se curtir, se você não aprender a gostar de sua própria companhia, quem vai gostar?

Frederico A. S. da Luz – 30-10-2012

QUE TAL UMA VIAGEM?

Para expandir os horizontes da mente… VIAJE!

À medida que se vê quão grande é o mundo… os problemas vão simplesmente reduzindo de tamanho!

Viajar nos coloca em contato com o mundo inteiro, não importa o local para onde estejamos indo! Até mesmo em uma cidade vizinha! E vemos, sempre, muita coisa que nunca vimos… uma correria desenfreada… ou uma quietude que até surpreende,… diferenças culturais que nos trazem uma nova percepção de mundo! Diferentes pessoas, com as quais temos oportunidade de trocar diálogos, ou meras gentilezas, que seja!

E a culinária então.. humm…. adoro muito conhecer novos pratos! É… nisso nem sempre a gente acerta…. mas… faz parte!
Eu particularmente, não desperdiço uma oportunidade de viajar! E se não aparece uma oportunidade, crio uma!

Gosto de unir o útil ao agradável, de modo que adoro viajar tendo um segundo propósito, além do turismo! Mas.. viajar só a turismo… é algo irresistível, não?

Em cada local sempre há um encanto! Uma história ou uma noção de evolução! Um despertar para o progresso ou uma gostosa nostalgia! Um sonho! Não gosto de viajar com roteiro totalmente definido, e muito menos com agência de turismo! Não que não exista um serviço adequado: ao contrário, para quem deixa de viajar por ter medo do novo, se sente inseguro, contratar pacotes é o melhor caminho para fazer algo tão maravilhoso! Mas, o gostoso de viajar é liberdade que isto te proporciona! Um roteiro com algumas ideias é importante.. o resto… a vontade e as emoções vão definindo!

E isso eu digo porque.. bem.. a vida as vezes traz algumas situações que não são exatamente o que desejamos… e cabe a nós a escolha. E, assim sendo, certa vez fui parar em Portugal, por um intercâmbio de um mês! Ocorre que meu maior sonho era conhecer Roma! Ao final do intercâmbio, estávamos livres para viajar. Então, parte do grupo queria ir para Paris, e eu para Roma; eu era um voto totalmente vencido, se quisesse ir em grupo. E assim, quase deixei de realizar meu sonho, porque… imaginem.. eu, na Europa.. andando sozinha por aí… não era algo muito a minha cara! Mas.. sabem o que fiz? Isso mesmo, pensei: “Não estarei feliz subindo na Torre Eiffel, sem antes conhecer o Coliseu”! Nem pensei muito, e fui!

Roma era um sonho que eu nutria desde os 13 anos de idade!! Nunca imaginei que faria isso sozinha! Mas foi uma realização indescritível!!! Uma experiência que incentivo a qualquer um que a vida traga a oportunidade! A vida trouxe o sonhos: era “ir” ou “não ir”… e sendo assim, fiz uma escolha muito feliz!

Mas para que uma viagem seja boa, e engrandecedora, nem precisa ir tão longe! Quantos lugarzinhos maravilhosos há nas proximidades onde moramos, loucos para receber uma visitinha nossa?

Um simples dia em um novo lugar qualquer, pode fazer a alma percorrer milhares de quilômetros!
E não importa quantos dias.. não importa de que modo: de ônibus, de carro, de avião! De moto, ou até bicicleta, por que não?

Se depender de tudo de bom que sempre sinto depois que volto de qualquer viagem, até mesmo das rápidas viagens de final de semana, para assistir as aulas da pós-graduação, minha proposta é apenas esta:

– Permita-se! Ouse! Viaje!

E depois, conte aí.

Josi Sonagli

Servidor público


No dia 28 de outubro é comemorado o dia do servidor público. Esses profissionais são de vital importância em qualquer sociedade.Ser servidor é trabalhar para construir uma sociedade mais justa. Aonde os serviços públicos sejam oferecidos com a qualidade que a população merece e exige. O principal papel é “servir” a sociedade, ou seja, atender seus cidadãos.

A figura antiga do profissional que não trabalha, não reflete a situação atual. Hoje muitos cargos do serviço público são concorridíssimos, tanto pela questão financeira, como pela importância que têm. Esses profissionais são muito qualificados e passam anos para adquirirem o conhecimento que necessitam para ocupar esses cargos. Claro que sempre existem aqueles que não trabalham e fazem corpo mole, no entanto estes existem não só no serviço público, e sim em todos os ramos de atividade.

É fato também, que muitas categorias, não têm o reconhecimento que merecem. Seja por problemas na estrutura, ou pelo esquecimento de alguns governos.

Hoje a pessoa que quer entrar em uma carreira pública deve saber que existem grandes responsabilidade e muitos desafios no caminho. O estudo é um caminho sem volta, como qualquer trabalho atualmente exige, o constante aprendizado é uma regra.

Parabéns a todos os servidores públicos que não medem esforços para atender aos anseios da sociedade.

Frederico A. S. da Luz – 28-10-2012

Coragem! Em frente!

Hoje é o Dia! Coragem! Vamos lá, em frente! ENFRENTE!
Persista, Insista! Já já você conquista!
Suporte, só um minuto a mais!

Um dia, um mês, um ano a mais, que seja! Quantos anos já viveu? Quer mesmo?

Resista! Insista! Acredita! FÉ!

Foca! Busca! Se joga! Ouse um pouco mais! Concentre-se um tanto a mais!

Tente uma vez mais!

Não deu mesmo? Tente a segunda! Talvez sejam necessárias várias tentativas!

Cansou? Firmeza, vamos lá, em frente! Só um instante a mais! Está quase lá!

Já esteve tão longe, olhe o caminho já percorrido!

Cansou mesmo? Falta força? Relaxe por um instante! Distraia-se!

Divirta-se! PERMITA-SE!

Reabasteça-se! Faça o que gosta! Procure descobrir o que gosta!
Não perca o foco! Deu de folga! Volta ao prumo! Vamos lá, FORÇA! GARRA! CORAGEM!

Está muito perto de alcançar o seu objetivo! A caminhada de busca faz com que saibamos usufruir melhor, as graças da conquista! VALE A PENA A BUSCA!

Energia! Disposição! Concentre-se no êxtase de viver no sonho realizado!

Tá difícil? Tente um pouco mais! Está muito melhor do que era!

Tá muito difícil? A dificuldade é proporcional ao tamanho dos sonhos e desejos.. sonhos maiores… caminhos mais longos… Tudo é possível! Busca! Corre! REALIZA! Comemora!

CORAGEM! EM FRENTE!

Será que vai dar? VAI SIM!

Vai dar mesmo? Só vai saber indo!

E se não der? Resolve depois!

Concentra! Foca! Em frente! Se não der.. vai ser um grande problema!

Esquece o problema, concentra no caminho! Busca a solução! REALIZA TEU DESEJO! Cresça! Evolua! Permita-se! OUSE!

Não esta dando por este caminho? Há vários, pegue outro! Porque não deu neste caminho? Sei lá, não faz diferença! Pegue logo outro caminho, e AGARRA TEUS SONHOS!

Para, reflete, e siga em frente! CORAGEM! És o arquiteto do teu próprio destino!

Idealiza! Busca! Concentra! Foca! E Realiza!

CORAGEM!! Em frente!

Josi Sonagli

Professor


Quem não traz na memória um professor que marcou sua vida, seja pela ajuda em algum momento difícil, pela maneira como instigava a curiosidade ou como demonstrava seu conhecimento de forma simples e clara.Os professores passam grande parte de nossa vida ao nosso lado, acompanham nosso crescimento desde a infância até o término de nossa formação profissional na vida adulta. São os potencializadores do futuro intelectual de um país.

Parabéns aos professores que apesar de todas as dificuldades que enfrentam trabalham com amor e dedicação, são exemplos de pessoas dedicadas e comprometidas com uma causa que é de vital importância em qualquer sociedade.

Vocês são essenciais na vida de qualquer cidadão.

Educação

A educação é o mais importante dos três pilares de uma sociedade junto com a saúde e segurança. Um país sem educação é um país que não conhece sua história e não tem possibilidade de entender seu presente e projetar aonde quer chegar no futuro.

Não acho que o problema esteja apenas na falta de reconhecimento salarial dos professores, entendo que deve haver uma reforma geral em todo sistema de ensino no nosso País.

Nos últimos anos houve uma massificação do ensino superior com a criação de inúmeras instituições de ensino e de certa forma um esquecimento com as séries iniciais, que são primordiais para que se possa formar um cidadão consciente e crítico e um futuro profissional competente.

O problema da educação não é algo simples de resolver, só que um país só avança se seus cidadãos tiverem condições básicas de crescimento intelectual, caso contrário serão meros repetidores de idéias.

É hora de enfrentar esse problema de frente.

Frederico A. S. da Luz – 15-10-2012