Amor, Amizade ou Medo?

Não sei se acontece com vocês, já me vi em situações que achei que estava ficando apaixonado por uma amiga. Pela afinidade normalmente acentuada, confesso que já me percebi perdido, não sabendo o que aquele sentimento era, amizade, paixão, amor ou uma confusão e mistura de tudo isso.

A conduta que tenho em relação a isso, quando percebo essa situação é a seguinte. Como entendo que a amizade é algo que eu prezo muito, não a arriscaria por uma paixão, sabendo que haveria grande possibilidade de perder ela, caso aquilo não se tornar amor.

Lembro até hoje de uma situação em que me apaixonei pela irmã de um amigo. Lembro que antes de qualquer atitude em relação a esse sentimento que percebi, cheguei e perguntei a ele, o que ele achava da situação. Mesmo tendo intimidade suficiente para isso, confesso que não foi uma situação confortável. Só que isso me gerou tranqüilidade e paz. Deixando as coisas claras tanto para mim, como para ele.

Vocês lendo isso talvez estejam pensando. O que uma coisa tem haver com a outra? Pedir autorização para o irmão, em relação a sua irmã, parece que voltamos alguns séculos. A questão não é essa, e sim o risco de perder a amizade e que algo entre nós se modificasse. Namoradas, paixões vêm e vão. Amizade é um bem para mim que não coloco em risco. Se estou certo? Não sei. Talvez o medo seja algo escondido ai. Finalizando a história, bem acho que vocês não são curiosos, então vou para por aqui.

Hoje tenho amigos e algumas são mulheres, lindas, inteligentes, atraentes, enfim, mulheres que digamos são pra “casar”. Analisar e distinguir esses sentimentos amizade, paixão, amor não é tão simples. Sigo a mesma linha, não me permito que isso cresça (como se eu tivesse esse poder), a amizade vem sempre em primeiro lugar, talvez seja esse o motivo de estar solteiro.

E com vocês isso já aconteceu?

Frederico A. S. da Luz – 14-05-2012

Depressão é frescura!

Eu, como um bom gaúcho do interior do Rio Grande do Sul, sempre achei que a afirmação contida no título fosse verdade. E sabem o que aconteceu? Tive depressão. É algo que não tem descrição, na verdade, trata-se de uma dor na alma, no fundo, no íntimo, não há remédio que cure. Quando se está em um quadro assim, não se vê saída, parece que não há saída, e até a questão do suicídio tornar-se, em alguns casos, realidade.

Em todos os casos, principalmente nos mais graves, é essencial que haja a ajuda de um profissional qualificado. Eu já perdi a conta de quantos terapeutas tive, confesso que sempre tive sorte. Foram raros os casos em que não obtive certa melhora. A questão da terapia é muito pessoal, caso não exista confiança no profissional, não há terapia, e sim uma perda de tempo de ambos os lados.

Para sair desse quadro é necessário fazer um movimento de observação. Sair de dentro do ciclo e visualizá-lo como um observador. Sempre que tiramos a pedrinha do nosso olho (texto – a teoria da pedrinha), fica tudo mais fácil. Só que isso às vezes demora, e a dor que se sente é muito grande.

Certos profissionais, tais como os psiquiatras, adotam a medicação como paliativo, alguns como solução. Na minha humilde e leiga opinião, acredito que o uso de medicamentos deve se dar apenas em último caso, como último recurso. Já usei antidepressivos, e a melhora que tive, entendo que não esteja relacionada a eles. Essa é minha opinião, de um leigo que passou por uma depressão, ficou claro?

Quem faz, fez, ou fará tratamento nesse sentido, escolha um profissional e siga suas orientações. É o correto a fazer.
A depressão, apesar de todo esse lado negativo, ruim e pesado, que é de uma dor que não tem remédio, é também uma oportunidade única de crescimento, de se conhecer e com isso nunca mais estar em um quadro desses novamente. Só que há que se encarar a situação de frente, fazer terapia, a qual é, na minha opinião, a forma de se resolver a questão. É uma escolha sem volta.

Chega um momento que tu muda ou troca de profissional, e volta ao mesmo ciclo. Não estou falando aqui que não se deve trocar de profissional quando ele, no seu entendimento, não é adequado, mas sim de trocá-lo, pois ele achou o ponto e isso demora algum tempo, antes é preciso que ele conheça a fundo o paciente. Falo isso, pois já troquei de terapeuta, quando a coisa começa a complicar, entendo que, na verdade, eu não estava preparado para trabalhar algumas questões, e aí vem a fuga.

Enfim, a depressão é “foda”. Nunca brinque ou ironize de qualquer forma alguém que esteja nesse quadro, só quem passa e vive isso, sabe o quando dói e é difícil. Só que passa, como tudo e o que se aprende é levado para toda a vida.

Frederico A. S. da Luz – 13-05-2012

Carta ao MEU Pai

Complicado escrever algo para meu Pai.

Bem, vamos lá!

Pai, já te disse algumas vezes o quanto tenho orgulho de ti. Da postura que tens frente à vida. Da forma como vejo que consegues trabalhar o vazio que todos temos. Confesso que demorei certo tempo para compreender que estás totalmente certo na forma de ser, agir e viver.

Te vejo com uma pessoa focada em ajudar os outros. Muitas vezes esquecendo de ti. Hoje compreendo que quando eu era mais jovem na época de criança e adolescente, sentia tua falta. A falta de tua presença física. Não estou dizendo que foste ausente, longe disso, sempre que precisei estavas ali, sabia que podia recorrer a ti.

Tua militância política entendo que me furtou de certa forma de usufruir mais de tua presença, mas quem não tem pendências com o pai, ou a mãe? Acho isso à coisa mais normal do mundo. Hoje percebo que era de certa forma coisa de um menino egoísta que queria atenção.

Que bom que descobriste que o que viemos fazer aqui é ajudar ao outro, melhorar o mundo de alguma forma. Lutar para diminuir a diferença gritante que existe entre as pessoas, tanto financeira, como intelectual e espiritualmente.

Em conversas que tivemos Pai, percebi que acreditas que a vida se restringe aqui a este planeta, e quando partimos, seguimos vivos na lembrança das pessoas, pelo legado que deixamos. Confesso que não concordo com essa tua crença. Não haveria lógica nenhuma nisso, não que ache necessário que todas as coisas da vida tenham, até por que onde esta a lógica de nos apaixonarmos por alguém?

Enfim, escrevo para simplesmente agradecer, por me mostrar através das atitudes e postura o que realmente é importante. A palavra, o gesto, a atitude, a simplicidade, ou seja, as pessoas, o ser humano, tratá-lo como um verdadeiro irmão, que temos que compartilhar e crescer. Entendo que a lógica do mundo hoje está invertida. Hoje funciona assim, para alguém ganhar, um tem que necessariamente perder. Isso não pode ser a realidade, todo mundo pode ganhar, compartilhando, crescendo, aprendendo, evoluindo.

Pai, apesar de algumas divergências que temos, que na verdade são poucas, gostaria que soubesse o quanto te amo e te admiro, és um exemplo para mim e para todo mundo que te conhece.

Te amo!

Frederico A. S. da Luz – 12-05-2012

Quem sou eu? E Você?

Muito prazer!

Meu nome é Frederico Augusto Silva da Luz, não simpatizo muito com o Augusto, nem com o Silva, não sei explicar o porquê. Nasci em 19 de abril de 1982, em Porto Alegre – RS, senão me engano as 2:45 da manhã (não que eu lembre disso, tá na certidão de nascimento). Sou filho da Leonor e do Guto Nadal. Tenho dois irmãos a Nessa e o Gui.

Morei em Porto Alegre – RS até os 5 anos, tenho apenas flashs desse tempo. Fui para Quaraí-RS para ficar mais próximo da família (avós, tios e primos) residi lá até os 14 anos, quando me mudei para Santa Maria, onde fiz o 2º grau e depois Faculdade. Em 2005, passei em um concurso em Santa Catarina e desde setembro de 2006, moro em Floripa.

Isso tudo define quem sou? Acho que não. Deletem o que escrevi. Vamos começar de novo.

Sou um cara de fortes princípios e convicções. Prezo a palavra e amo muito minha família, entendo que os amigos, são os irmãos que Deus (me refiro aqui a crença, não há uma religião) nos permitiu escolher. Me considero um cara de sorte, sempre tive oportunidades, como estudar, viajar, não precisei trabalhar antes de formar. Isso agradeço aos meus pais. Digamos tive oportunidades e as aproveitei.

Adoro praticar esportes, jogo muito bem futebol (na minha modesta opinião), curto também um tênis, um padel, vôlei. Tudo que tenha movimento e interação. Gosto de viajar, não como turista convencional, tem que colocar aventura, sempre que possível, sinto que temos que ter certo esforço para merecer aquilo, não é sofrer, é trocar com o ambiente, não sei explicar, entrar em sintonia com o desconhecido. Amo estar em interação com a natureza. Sou mais campo que praia.

Minha família palavras são insuficientes para expressar o que sinto. Também os chamados amigos de fé, posso ficar sem vê-los durante muito tempo, e quando nos encontramos parece que ontem estávamos juntos.
Não escrevo esse texto para me promover, calmem. Não pensem assim:

– Bah que vida que esse guri tem, é perfeita – Confesso que não tenho muito que reclamar.

Só que minha vida não foi, nem é tão simples. Não estou reclamando, apenas mostrando o outro lado. Aos 14 anos fui morar em Santa Maria, com minha prima. Aprendi muito, menos a não deixar louça acumulado na cozinha. No outro ano chegou o irmão dela.

No ano seguinte fui morar com outro primo. Confesso que no começo foi “foda”. Na época eu não era muito adepto a limpeza, mas minha prima me deu um intensivo nos 2 anos anteriores que aprendi noções mínimas. Ele não tinha essas noções, foi uma época ótima, depois da adequação a nova realidade. Depois de 2 anos veio o irmão dele.

Era muito show, estudos, futebol, namoros, festas, enfim tudo que um adolescente gostaria de ter, melhor ainda sem a vigília dos pais. Bem que a Tia marcava em cima, não raro às vezes que tive que sair de casa atrás do deles. Resisti ao máximo à compra do meu celular por que sabia que quando comprasse tava “fudido”, a Tia ia me ligar toda hora pra saber dos guris, depois da aquisição, consegui esconder o número alguns meses.

Depois veio a merda do acidente em Quaraí-RS, onde o meu primo o mais velho veio a falecer juntamente com sua namorada. Foi muito ruim, nunca vou a velórios e enterros, não gosto. Penso que devemos estar presente quando as pessoas estão aqui, compartilhar, viver enquanto há vida, depois da morte o que fica é apenas um corpo, carne, a pessoa não esta mais ali.

Não tive como não enfrentar meu primeiro velório e enterro. Sou relativamente tranqüilo em relação a questão da morte, às vezes parece que não é verdade, que qualquer hora ele vai aparecer… Estranho… Era um cara que vivia a vida de forma tão intensa que acho que a passagem dele por aqui, mesmo que curta foi marcante. Não há uma pessoa que tenha algo negativo a falar dele, a não ser os namorados/maridos/ficantes das gatinhas, o homem não era fácil e não perdoava ninguém e também não sabia usar perfume, tomava banho de perfume, quem conheceu sabe do que estou falando. Acho que ele fez tudo que teve vontade, e isso conforta, viveu como se deve viver, simplesmente vivendo.

Depois me formei e vim trabalhar em Floripa, na Secretaria da Fazenda. Na época estudava pra receita federal e surgiu o edital do concurso, a matéria era semelhante e a vantagem de morar em Floripa me atraiu, estudei e consegui êxito. No começo foi difícil, falta da família dos amigos. Depois criasse vínculos e as coisas melhoram.

Já fiz muita coisa boa na minha vida. Viajei bastante, quero viajar ainda mais. Já fiz também, muitas “cagadas”, como qualquer pessoa. Sou uma pessoa com facilidade de aprender e entendo que a vida seja um eterno e constante aprendizado. Quando tivermos “aprendido” o que viemos fazer aqui, vamos para outro estágio, outro plano. Tenho convicção que não acaba aqui, costumo dizer, que sou simpatizante do espiritismo, não praticante, há coisas que concordo.

Penso que somos um pouco de tudo que aprendemos com as pessoas que passam por nossa vida. Cada pessoa nos deixa um pouco de si, e leva um pouco de nós. Aprendemos, compartilhamos e crescemos um com o outro. Por isso que vivemos em sociedade, para evoluirmos. Senão haveria um mundo para cada um, não acham?

Na vida passamos por dificuldades, obstáculos, frustrações, perdas. Só que cabe a nós a opção de potencializar o que entendemos que colhemos com as situações, se vamos ver o lado positivo, mesmo nas piores situações, ou lado negativo, ficar lamentando, agarrado a um fato ou situação que vivenciamos. Parar de evoluir, estacionar e perder todas as oportunidades que a vida nos oferece.

A vida é ótima, maravilhosa, apesar de não ser um mar de rosas sempre, cabe a nós transformá-la em um, ou viver lamentando, qual vai ser sua opção? Você sabe quem você é?

Frederico A. S. da Luz – 11-05-2012

Informações sobre o BLOG

Cronograma de divulgação!

Queridos amigos, familiares, leitores ou qualquer pessoa que tenha chegado aqui, seja por indicação de amigos, ou por um clique equivocado.

O blog funcionará da seguinte forma:

Toda segunda feira, publicarei um texto digamos light, sobre reflexões mais tranqüilas, calminhas, nada muito polêmico, para a semana começar leve, feliz em sintonia.

Na quinta publicarei sempre algo mais polêmico, confesso que gosto mais disso. Quem não gostar disso, não o acesse nesse dia.
No sábado e domingo, vou abrir o espaço do Blog para os colaboradores e os leitores que quiserem me enviar algum texto, material, foto ou vídeo que ache pertinente, após um filtro que não será muito rigoroso, vou postar.

Como já falei nos objetivos do BLOG esse é um espaço para compartilharmos, expressarmos nossas opiniões, sem receios ou medos, estejam seguros que sobre os aspectos que levanto aqui, pouco ou nada há de “certeza e verdades” apenas percepções que são repassadas conforme a história, sentimentos e pensamentos de cada um.

Deixando claro que as discussões, reflexões e pensamentos sempre ficarão no campo das idéias, nada será publicado se for considerado ofensivo, estejam a vontade para críticas e sugestões.

Grande abraço a todos!
Frederico A. S. da Luz

Casamento com direito a SHOW!

Hoje o blog tem uma proposta diferente.
Vou publicar um vídeo com a filmagem da Valsa do casamento de dois grandes amigos o César e a Tiane Cavalli. Valeu a pena o César abrir mão de 2 meses de futebol, a valsa ficou coisa de profissional.
Sem contar o casamento e a festa em sí que estavam perfeitas.
A união entre duas pessoas que se amam é um fato lindo e inesquecível de se compartilhar, agradeço aos dois por me permitirem fazer parte de tudo isso.

CLIQUE AQUI – VÍDEO – Casamento com direito a SHOW!

Muita felicidades aos noivos!

Que os filhos que virão tenham a força do César e a beleza da Tiane e o mais importante que sejam felizes.

A metade da laranja, existe?

Essa questão é tema de muita discussão e pouco consenso. Eu tenho uma forma de pensar, digamos não tão romântica, apesar de me achar um romântico, que coerente que sou.

Penso que não existe alma gêmea, cada um vem ao mundo completo, inteiro, pronto para ser feliz. Temos tudo que precisamos para isso, não é ninguém além de nós próprios responsável em ser ou não feliz. Nosso vazio, não será preenchido por ninguém. Colocar todo esse peso em cima de uma relação, do outro, é o começo do fim.

Para que uma relação tenha futuro, seja duradoura, entendo que ambos, devem ter segurança do que querem para sua vida, qual o seu objetivo. E este objetivo não pode ser, o outro, viver em função do outro. Coisas do tipo, tu é minha razão de viver, são coisas lindas para uma música, mas não para a realidade, para a vida.

Sabendo o que cada um vislumbra para sua vida, e sendo estes pontos semelhantes, é um ponto positivo, depois vem às semelhanças, que não precisam ser tantas assim, há casais que são opostos que vivem muito bem, assim como casais semelhantes que também sucesso na relação. O quero dizer com isso? Não há “receita de bolo”.

A questão de viver, morar, casar com outra pessoa é uma opção que deve ser, além de emocional, consciente, para que não ocorram frustrações e sofrimentos. Temos que ter claro que existirão momentos que estaremos “putos” querendo ficar sozinho, e o outro não necessariamente tem haver com isso. Só que ele vai estar ali, e talvez esteja tão assim como você. Assim deve-se estar claro a respeito da escolha, de se permitir o crescimento tanto pessoal como do relacionamento.

Escrevi e escrevi e não disse nada, aqui estou tentando fazer a tal “receita de bolo’, quem a tiver, imploro, me dê, me venda, pago bem…

 

Frederico A. S. da Luz 13-05-2012

O DESCONHECIDO

Sabe, um dia, em um desses momentos únicos, em que mergulhamos na infinitude de nossos pensamentos e parecemos esquecer do resto do mundo, minha mente me faz a seguinte pergunta: o que dá sentido a vida?

O que nos faz ter a vontade de levantar todo dia pela manhã e abrir a janela, mesmo quando o sol insiste em não aparecer?Talvez seja uma ousadia, e até mesmo bobagem da minha parte tentar desvendar esse mistério, mas acredito que a resposta dessa pergunta pode ser resumida em apenas uma palavra: o desconhecido.

Já parou para pensar se nossa vida fosse um livro escrito, a partir do qual teríamos acesso não só aos grandes, como aos pequenos acontecimentos de nosso dia a dia?

Sendo assim, você levaria o guarda chuva ao sair de casa, pois saberia que a chuva viria, mas não desfrutaria da sensação única que é sentir ela escorrendo pelo seu corpo.

Você não tomaria as decisões erradas, mas também não teria a chance de adquirir o amadurecimento que, muitas vezes, só elas são capazes de nos fornecer.

Não escolheria se apaixonar e se envolver com alguém que, segundo seu livro, irá te fazer sofrer, porém não traria consigo lindas lembranças dos momentos que dividiram juntos.

Felizmente não é assim. Somos convidados cada dia a ir deitar sem saber o que esperar do dia de amanhã. E é isso, esse total mistério e infinitude de possibilidades que nos dá, se não o sentido, a vontade de viver.

A vida pode até ser um livro, mas somos nós que pegamos o lápis e o preenchemos a cada dia com nossas constantes descobertas daquilo que, até então, era desconhecido.

Patrícia Pinheiro

Mãe, mulher, menina

Vocês conseguem ver sua mãe nessas três formas? Primeiro a conhecemos como ela sempre será para nós, independe do que acontecer durante a vida. A frase:

– Mãe é mãe – é fato.

Só que além de mãe, ela é também mulher. Percebes isso? Ela tem sonhos, desejos e objetivos. E não necessariamente você, filho, está dentro deles. Óbvio que em 99%, você é levado em consideração, mas sempre há o 1%.

Hoje a imagem da mãe vem mudando. A mãe chefe de família é uma realidade. Além da jornada da mulher ser maior que a do homem, algumas ainda fazem o papel do pai. São mulheres fortes, os pilares de suas famílias. Decididas, maduras, competentes e simplesmente mães.

Só que além de serem mães, mulheres, também são meninas. Têm sonhos, alguns bem escondidos, questões não bem resolvidas. Têm a beleza que só a mulher e seu brilho no olho retratam. A sensualidade do caminhar, a discrição de um olhar, o toque de um singelo gesto, essa magia que deixa o homem sem defesas.

O mundo seria outro, se o poder estivesse nas mãos de vocês. Haveria mais doçura, compaixão, afeto, carinho, o mundo seria mais humano, enfim melhor. Nós homens, estamos em um grau abaixo em certas questões, principalmente em relação às prioridades.

Temos que agradecer, poder partilhar e aprender com vocês, que não são coisa do pecado, e sim obras do divino, parabéns a todas as mães pelo seu dia, que seu jeito mulher, menina não seja esquecido e sim acolhido pelo seu lado mãe.

Frederico A. S. da Luz – 10-05-2012