Mulheres despidas

Mulheres despidas

Atenção, cuidado e constante preocupação é dada pelas mulheres ao seu cabelo. Com certeza é bonito ver uma mulher com um cabelo bem cuidado, brilhante que se destaque no meio da multidão.

Para que serve todo esse cuidado? A mulher normalmente cuida mais da aparência que o homem, pelo menos percebo assim. Cuida não só do cabelo, das unhas, maquiagem, roupas, enfim não deve ser fácil a vida da mulher. Se eu fosse mulher ia ser uma “chinelona” não tenho muita paciência pra isso.

O que as mulheres escondem com tudo isso? Elas ficam belas, bonitas, atraentes, cheirosas… O que elas querem com tudo isso?

Suspeito que seja atenção. Atenção para repararem em todo seu cuidado. No seu jeito de vestir, de se portar, nos seus desejos e anseios. E o homem o que faz? Se prende ao superficial, ao cabelo, a bunda, aos peitos, a mulher física, só que a mulher além da beleza externa, tem uma imensa beleza interior. Com seus medos, defeitos, inseguranças, ela quer alguém que ao invés de falar, escute, que não cobre, acolha, que chore junto e enxugue suas lágrimas, quer além de um homem, um ser humano que sinta, de preferência com a mesma intensidade que ela.

As mulheres tentam se esconder através de sua beleza física que realmente é linda, mas quando elas se permitirem se despirem de sua beleza interior, emocional, não há homem que resista. Viva as mulheres corajosas que conseguem isso…

Frederico A. S. da Luz – 15-08-2012

O Movimento da Vida!


Hoje (quando escrevo) estou chegando em casa, depois de um daqueles dias cheios, em que a gente corre um monte, fala um monte (enquanto advogada e professora, que sou), come voando, come pouco, fica encharcada de tanta correria, mas acaba o dia FELIZ! Feliz simplesmente por terminar o dia fazendo algo que gosto: dar aulas!
E então, quando me ponho a pensar como cheguei até aqui, percebo como mundo é assim… louco… como um movimento, um ato despretensioso qualquer, as vezes aparentemente sem relevância, te leva longe! Abre caminhos… nos leva aonde as vezes queríamos, mas não sabíamos como chegar!
Estou feliz simplesmente porque faço o que gosto: dar aulas! Sou professora universitária, uma paixão que descobri a pouco tempo, e quase assim, do nada!
Ser professora é um sonho antigo. Mas confesso que, apesar de não ter maiores problemas em me expressar em público, tinha um certo medo. Medo este que sentimos em geral, quando estamos diante do novo, diante de algo que nunca fizemos. E por conta do medo, nunca sequer tinha ido atrás de uma oportunidade …
Aí, este ano, por uns fatos aí que consumiam toda a resistência da minha paciência, e me trouxeram uma ansiedade quase incontrolável, resolvi entrar numa aula de boxe. É… para quem me conhece.. diria que não tem nada a ver comigo.. mas é de fato uma prática maravilhosa, em que você libera todas as más energias, toda a ansiedade, além de te deixar em forma e, como sempre, estar em contato com novas pessoas.
E assim, num destes treinos, enquanto eu trocava uns soquinhos com uma colega do boxe (muito de leve, acreditem!), conversávamos, e ela perguntou com o que eu trabalhava, ao que respondi que era advogada. Ela então perguntou se naquele mesmo dia, a noite, eu não daria uma aula de Direito para um cursinho. Achei a proposta instigante, mas assustadora! Afinal, sim, eu queria, mas eu nunca tinha dado uma aula! E era sobre leis que eu nunca tinha lido…
Lembrei do sonho antigo… da oportunidade… “não fui atrás da coisa, mas a coisa veio me chamar”… Se eu não for, alguém vai! Então, decidi: Eu vou! Vou lá ver no que vai dar!
Tive que preparar em cerca de 2h, assunto para falar em 3h! Que loucura! Preparei empolgada, e como resultado do que a gente colhe quando faz o que gosta, senti uma boa receptividade dos alunos. Resumindo: eu me encontrei.
No dia seguinte já estava eu ligando para uns colegas que são professores…. e assim, em 3 semanas entrei para dar aulas em uma faculdade. O teste de seleção? Direto na sala de aula! Segundo a coordenação, fui aprovada pelos alunos: me realizei!
Então, hoje aqui chegando, depois de um dia cansativo, posso afirmar que dar aula é algo que me motiva, que me deixa mais feliz, que faço simplesmente porque gosto de fazer! Algo que embora quisesse, nunca fui atrás, e de um papo em uma lutinha de boxe, percebi um grande caminho que se abriu na minha vida! Aliás, um caminho que a muito eu desejava!
Oportunidades vem e vão nas nossas vidas… as vezes os caminhos se abrem nos momentos mais inesperados… por vezes desejamos algo e ficamos certos de que só existe um caminho a seguir para conseguí-lo! Hoje, vejo que o importante é estarmos em movimento, é se mexer… é tirar o cabresto para perceber as coisas que giram ao nosso redor…. e seguir nas oportunidades que a vida traz… sem qualquer expectativa ilusória… mas apenas para fazer um movimento!
Quanto a gente menos espera… as coisas que tanto desejamos simplesmente acabam nos encontrando!
Josi Sonagli

Dias dos pais

Dias dos pais

Mais uma data criada para impulsionar o consumo. O dia dos pais, como o dia das mães, dia da criança, enfim todo esse tipo de comemoração só serve para aquecer a economia e incentivar o gasto. Eu amo meu pai e não preciso de um dia para me lembrar disso.

Admiro e respeito ele pela sua conduta e princípios, não lembro o dia dos pais que lhe dei algum presente, até porque acho desnecessário. Tento ser um bom filho e isso entendo que é o melhor presente que posso dar.

Não acho errado quem faz festa, comemora. Eu ligo dou os parabéns pela data a ele e a meus avós e era isso. Óbvio que se eu pudesse estar perto fisicamente iria ser legal, mas não por causa da data, e sim porque amo muito minha família e adoro estar entre eles.

Quando eu for pai, em um futuro breve espero, quero que meus filhos se orgulhem de mim, pelo que sou, não quero presente ou coisa do tipo. Quero que ao olhar no olho do meu filho eu perceba que consegui transmitir um pouco de tudo que aprendi com meu pai, esse seria o meu melhor dia dos pais.

Frederico A. S. da Luz – 08-08-2012

A MATEMÁTICA DO ENVOLVIMENTO!


Com todo respeito que dispenso às pessoas que se dedicam a escrever livros sobre as regras e fórmulas do envolver-se, acredito que o envolvimento é uma “ciência” puramente humana, subjetiva e imprevisível, de modo que “não há regras”!]

Concordo que a maioria das coisas que lá estão escritas tem sentido, são verdadeiras, e tem mesmo sua razão de ser!
Mas e aí? Seguir as técnicas ou ser você mesmo?

Para conquistar, espere 2 dias para ligar. Ao falar, seja breve não fale muito de sua vida. Depois faça isso e faça aquilo. Não diga isso, e cuidado quando falar sobre isso. Não faça perguntas deste gênero. Enfim, ponha o CD do programa em seu HD e deixo-o rodar…

De fato, ter a percepção sobre certas coisas que podem ser inconvenientes em alguns primeiros encontros, pode ampliar os horizontes de sua mente… mas cada atitude tem que ser natural, tem que mostrar aquilo que você é, aquilo que está com vontade de fazer no momento.

Penso que não existe coisa mais chata do que ficar calculando cada passo, cada palavra a ser dita! Gostoso mesmo é ser natural… é se sentir a vontade, é ser quem você é…

Disse alguma besteira num primeiro encontro? Fazer o que, isso faz parte da natureza humana… Agiu de modo que não foi você? Pois é.. é isso mesmo… as vezes a gente encontra alguém ao lado de quem a gente não consegue ser a gente mesmo… é esquisito, é estranho… mas enfim, é vida, é natural, é normal. São experiências necessárias para o crescimento.

Por outro lado, pode ser que mesmo seguindo todas as fórmulas dos manuais de instruções.. a pessoa ao seu lado vá embora… e a coisa não vingue.. Por que será? Primeiro porque talvez não era mesmo para ser.. segundo porque as pessoas (penso eu) querem relacionar-se com pessoas, e não com máquinas!

Portanto, creio eu, a equação perfeita do envolvimento é ser a gente mesmo, com naturalidade, com os erros, acertos, besteiras, e espontaneidade próprios de toda pessoa humana!

As delícias de um bom envolvimento, certamente, vem em consequência!

Josi Sonagli

Felicidade

A busca pela felicidade é um dos grandes objetivos da vida moderna.
Os consultórios dos psicanalistas estão cheios de pessoas em busca dela e é assunto recorrente em mesas de bar…mas afinal, o que é a felicidade e onde ela está?
Quem convive comigo sabe que sou apaixonada pelo que faço, pois acredito ser um privilégio cuidar de vidas em um momento de fragilidade das mesmas, pois conseguimos perceber e valorizar os pequenos,valiosos e gratificantes momentos da vida.
Para uma criança com câncer, a felicidade pode ser um prato se strogonoff com batata palha ou um vestido de princesa, para um paciente no fim da vida, uma visita de alguém que mora longe…
Para mim, felicidade é chimarrão com a minha família, nos raros mas ótimos momentos que conseguimos nos reunir, é natal, é dormir abraçado,é um carinho,é ir ao estádio ver o jogo do meu time, é jantinha com as amigas, é um telefone de alguém que gostamos, é o apreciar de um por do sol, é um banho quente após um dia de trabalho, é plano com ligações ilimitadas, dormir sem hora para acordar, ter motivos para acordar cedo…
E ela vem, ela chega quando nos permitimos viver e à novas experiências. Só é preciso o desprendimento e o coração aberto para usufruí – la.

Senhorita Criativa

Embalos de uma boa música!

“Se você está tão triste e tão só, sempre existe uma canção ao seu redor”

Essa antiga vinheta de uma rádio, me faz pensar no quão intensas e poderosas são as ondas vibrantes que saem de uma música!
Não importa o local, a companhia, o momento da vida… sempre existe uma música que acompanha perfeitamente cada momento!

Um bom texto proferido por uma bela voz, encanta sim aos ouvidos! Acompanhado de um bom fundo musical, atinge ainda mais profundamente o coração!

Existe música para espantar a tristeza, e aquelas para trazer a nostalgia!

Música para afastar mal lembrança, música para trazer as boas lembranças!

Música para ouvir; música para cantar; música para dançar!
Música para deixar mais feliz; para deixar mais elétrico; música para deixar mais tranquilo!

Você já se pôs a pensar como ouvir uma música que você adora, logo ao acordar, pode ser capaz de transformar todo seu dia?

Não sei se existe algum estudo científico para explicar o poder que a música exerce em nossa alma… mas me parece realmente incrível como uma melodia musical pode, às vezes, transformar todo um momento!

Não sei se atinge um nervo do cérebro, ou uma veia do coração… Talvez afete mesmo é um dos chakras da alma! Mas é verdade que poucas ou raras pessoas mostram-se insensíveis ao deparar-se – ainda que num mero de repente – com suas músicas favoritas!

Dizem que “saco vazio não para em pé”, por isso, é bom se alimentar direito!

Para mim, porém, o mesmo se aplica a este “saco” invisível, chamado alma!

Tão revigorante quanto um pedaço de chocolate, é o doce embalo da melodia de uma boa música!

Josi Sonagli

Descontrole

Descontrole

Existem algumas situações na vida em que agimos sem pensar. O instinto, a ação acontece no reflexo, sem o raciocínio e a critica. Devido a isso acontecem situações em que nossas atitudes não condizem com nosso pensamento, nosso racional. Agimos daquela forma sem saber o motivo, o porquê, simplesmente agimos.

Há situações que depois de determina atitude que tomamos nos arrependemos dela, não estávamos agindo de forma racional, pensando, e sim simplesmente dominado pelo nosso irracional, instinto, inconsciente.

Entender o que está dentro de nós e não conseguimos compreender é um grande mistério. Por que determinada atitude tem reflexos diferentes em diferentes pessoas? Somos diferentes, não existe um só ser humano que seja igual ao outro. Isso é um dos mistérios da vida.

Sou um cara tranqüilo, calmo, dificilmente me tiram do sério, ou perco o controle, exceto quando estou jogando futebol. No campo pareço outra pessoa, reclamo, incentivo, chingo, brigo e em algumas situações extrapolo o nível do razoável, nunca briguei em toda a minha vida, ou seja, nunca cheguei as vias de fato, no entanto, jogando é onde não tenho controle sobre determinadas atitudes.

Hoje o futebol para mim é um hobby, tive o sonho que quase todo menino tem de ser jogador. Hoje avaliando isso, acho que não aguentaria a vida de jogador profissional, de concentração e viagens, e na verdade acho que não tenho futebol suficiente para me tornar profissional. A mídia potencializa que a vida do jogador é ótima, cheia de glamour e facilidades, só não mostra o outro lado, perdesse muito do convívio familiar e dos amigos.

Enfim, respeitar e tentar compreender o não explicado que as reações e instintos, digamos irracionais que temos em determinadas situações é algo que faz parte do aprendizado que a vida proporciona diariamente. Eu tenho muito que aprender ainda, e você controla sempre seus atos e reações? O que lhe tira do sério? Refletir sobre isso pode trazer grandes descobertas…

Frederico A. S. da Luz – 19-06-2012

Turbulências no meu caminho!

 

Por razões que desconheço, a vida me trouxe a turbulência!

Fiquei sem paz, sem um canto tranquilo, e sem rumo!

Por fim, até sem carro fiquei!  O menor dos problemas, é verdade! Mas dentro daquelas circunstâncias… um grande facilitador!

A Fé? Não, não perdi… mas, confesso, ficou sim por aí.

Apoio de todos os lados eu tive, não posso negar!  A vida – eu sempre digo –  me brinda com muitos anjos!

Mas existe um momento em que é necessário parar e silenciar por inteiro…  É maravilhoso sentir o afago e o carinho de quem a gente ama, de quem nos ama e nos quer bem…  mas é necessário OUVIR DA ALMA o caminho que a gente tem que SEGUIR.

Senti que era hora de me retirar por inteiro! Praticamente, me escondi!

Um minuto de mansidão…  alguns dias de introspecção… uma semana para reencontrar o caminho da Fé!

Aí então descobri que a turbulência nada mais era do que as muralhas que estavam sendo destruídas!

Era simplesmente DEUS abrindo meus caminhos!

Quando tudo parece ruir, queremos descobrir as causas do sofrimento; o porquê de experimentarmos tanta dor.  Porém, bem sabemos que existem muitas coisas que simplesmente precisamos viver e enfrentar! Existem muitas coisas que jamais terão respostas!

Hoje, depois de reencontrar o caminho da Fé, aquele sentimento que vem de dentro da alma de que as coisas vão melhorar, que o pior vai passar (e que a gente acha que não) é que passei realmente a entender uma das maiores verdades que ouvi durante todo o infindável período de turbulência: “Quando a vida quer te trazer algo muito bom, primeiro ela testa toda sua resistência, para ver se você é realmente merecedor”!

Difícil às vezes é encontrar forças! Mas se seguirmos firmes, adiante, creio eu que estaremos muito melhor preparados para viver as bonanças que a vida tem para nos oferecer!

Oxalá, que assim seja para todos nós!

Josi Sonagli

O cigarro e o chato

Não entendo como as pessoas conseguem fumar. Sei que é um vício, e vicio é um tipo de doença não escolhemos ter, ou não, simplesmente temos. No entanto, como não questionar o motivo que leva a uma pessoa a fumar.

Hoje a informação é mais que difundida, todo mundo tem conhecimento dos malefícios que ele faz. Antigamente tudo bem, o cigarro era um símbolo de liberdade, de status. Hoje entendo que fumar é um insulto a inteligência, sou chato em relação a isso, meus amigos fumantes que o digam. Estatísticas retratam a quantidade de pessoas que morrem devido a ele. E por que as pessoas seguem fumando?

Tenho uma teoria sobre o assunto. Conversando com uma de minhas avós (sou um sortudo tenho minhas duas avós) ela disse que leu uma reportagem que o cigarro é um forma com que os fumantes tem de se acalmar, não só pelo efeito relaxante da droga em si, e sim pela atenção que o fumante dispensa a respiração na hora de fumar.

Loucura, o fumante fuma para respirar melhor, ele se acalma por que sua respiração entra em um ritmo mais agradável e isso o relaxa, tranquiliza. Confesso que não sei se essa teoria é real, ou realmente verdadeira, resolvi escrever para compartilhar e incentivar meus amigos fumantes, os quais eu quero muito bem a parar de fumar. Existem outros vícios melhores.

Sei que simples não é, confio na força de quem quer e decide mudar, não pelos outros, mas por si, apenas para demonstrar que é mais forte do que um vício…

Frederico A. S. da Luz – 08-06-2012

O paradoxal discurso entre a Fé e a Religião

 

Em todo o Planeta Terra, o embate entre a Fé e a Religião é tema que já alcançou proporções inimagináveis. A “FÉ” é algo sem conceito próprio, mas que traz em sua expressão a ideia de que existe uma energia, uma força transcendente, capaz de transformar coisas impossíveis em realidade; capaz de fazer qualquer pessoa realizar aquilo que deseja.

A Fé é o “algo” que motiva a grande maioria das pessoas a ir em frente, a superar adversidades, a acreditar que as piores turbulências da vida tem um propósito muito maior do que a dor do momento.

Em nome da Fé, diversas religiões se propagaram pelo mundo, pregando princípios morais, regras de conduta, respeito ao próximo e a existência de um ser superior, capaz de reger todas as coisas.

O que me espanta, porém, é que as piores guerras do planeta, o pior massacre que a humanidade pode vivenciar, teve justamente motivação religiosa…

De um lado a religião em nome da Fé; de outro a indiferença em razão do desrespeito às diferentes crenças e formas de se buscar a almejada Fé.

Mas se “Fé” não se define e se nunca chegaremos a uma certeza a respeito desta força transcendente, faz sentido tanto conflito em nome de diferentes crenças?

As diversas correntes religiosas, com suas diferentes pregações, permitem um caminho evolutivo, uma vez que são justamente as divergências de opiniões que levam as pessoas pararem para refletir sobre a sua condição humana, e o propósito de vida que se queira levar.

Não podemos ainda nos cegar para o fato de que algumas religiões surgiram antes como instrumento de dominação, do que como meio de difundir a Fé.

A Fé independe de religião.

Existem pessoas de extrema Fé que não seguem religião alguma; há outras porém que são religiosos fervorosos, mas não descobriram, ainda, o sentido da Fé.

Por isso penso que ao difundirmos o bem que sentimos por seguir uma convicção religiosa e os incríveis feitos alcançados pela Fé, sejamos tolerantes com a resistência alheia e com as diferentes crenças, para que cada pessoa seja capaz de encontrar a sua própria forma de vivenciar os incríveis caminhos da Fé.

E você, como pensa?

Josi Sonagli