Eleições, o que fica?

Com o fim das eleições na maioria das cidades, me questiono? Valeu à pena tudo na hora da campanha eleitoral, ataques pessoais, ao invés de discussão de propostas? Isso me coloca a pensar que não conseguimos distinguir coisas simples.

Qual a diferença entre os candidatos e partidos? Não é a forma como almejam chegar ao objetivo comum, que é o bem estar do cidadão, através de principalmente educação, saúde e segurança de qualidade?

Candidatos que normalmente tem preparação intelectual para discernir que a política é uma discussão de projetos e não uma guerra ou luta pessoal entre gladiadores, não dão o exemplo. Confesso que me sinto desiludido de certa forma com algumas situações.

O que fica das eleições são a vitória de planos, projetos e idéias, sobre outros planos, projetos e idéias diferentes, não há pessoas vencidas ou derrotas. A cada eleição os “vitoriosos” se empenham, ou pelo menos deveriam fazer, com que a confiança depositada no seu ideal se torne realidade. Mantendo o que já funciona bem e melhorando o que deva ser modificado.

Aos cidadãos não existem mais candidatos após a eleição, e sim o seu prefeito e seus vereadores que são de todos, pois o projeto vencedor torna-se de todos, vamos torcer e ajudar da forma que estiver ao nosso alcance para que tudo transcorra da melhor forma, os maiores beneficiados com isso? São todos nós, os cidadãos.

Frederico A. S. da Luz – 07-10-2012

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2 thoughts on “Eleições, o que fica?

  1. Frederico a jovem democracia brasileira esta a cada eleição ganhando maturidade. Os participantes também, hoje já é exigido dos candidatos a apresentação de Planos de Governo. Tu, embora criança ( tinhas 2,5 anos), fostes protagonista da conquista do direito de eleger o presidente da república, o governador do seu estado, o prefeito da capital ou cidades de fronteiras quando participastes do Movimento das Diretas. O que é desejável é realmente o que tu propõe em teu texto, que os eleitos realmente procurem melhorar a qualidade de vida para todos. Acredito que este deve ser o propósito de quem foi eleito ou será no 2º turno. Viva a democracia brasileira. Mudanças são necessárias por isso a luta pela Reforma Política deve continuar, Grande abç, parabéns pela volta das Colunas na Folha de Quaraí.

  2. Nessas últimas eleições, acompanhei de perto a campanha em 2 municípios gaúchos de meu interesse (Santa Maria e Paraíso do Sul), e o resultado final foi exatamente o esperado: sagraram-se triunfantes os candidatos que se abstiveram de tentar denegrir a imagem de seu concorrente.
    Em Santa Maria, o Prefeito Cezar Schirmer reelegeu-se, após demonstrar competência em administração pública e simplesmente ignorar as alegações da oposição. Não conseguiu cumprir tudo que prometeu, mas renovou a infra-estrutura da cidade para que Santa Maria possa avançar nos próximos 20 anos (sim, longo prazo… primeiro arruma-se a base para depois construir o resto, como em tudo na vida).
    Já em Paraíso do Sul, haviam 3 candidatos: o antigo prefeito, o atual prefeito e o atual vice. Enquanto os atuais mandatários acumulavam ofensas (engraçado que eram amigos e confiavam um no outro na eleição passada), correu por fora o 3º candidato, que já havia sido eleito competentemente por 2 vezes seguidas e estava em seu período de “banheira” por não ser permitida uma terceira reeleição seguida. O que aconteceu? Venceu quem apresentou sua plataforma de governo, e não quem tentou jogar sujo.
    Política não é teatro, parabéns aos eleitores.

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